É uma inteligência artificial (IA) multimodal generativa considerada sucessora do LaMDA e PaLM 2. Anunciada em dezembro de 2023, ela foi considerada concorrente do GPT-4 da OpenAI.
Vale ter em mente que o Gemini é uma família de modelos, com três versões:
Gemini Ultra: É a versão mais robusta, voltada para profissionais que lidam com tarefas complexas, como desenvolvedores de software.
Gemini Pro: É a versão intermediária, utilizada no chat do Gemini (ex-Bard). Temos a versão Pro 1.0 e, mais recentemente, foi anunciada a versão Gemini Pro 1.5.
Gemini Nano: É a versão mais básica, ideal para usuários domésticos.
Sua capacidade multimodal de integrar e operar com diferentes tipos de informação, como texto, áudio, imagem e vídeo, o torna uma ferramenta versátil e poderosa para uma ampla gama de aplicações.
Além de ser uma família de modelos de IA, o Gemini está evoluindo para sustentar um ecossistema completo que abrange desde produtos utilizados diariamente por bilhões de pessoas até APIs e plataformas que auxiliam desenvolvedores e empresas a inovar.
Bard para Gemini
Bard era um dos produtos Google nos quais o modelo do Gemini Pro era acessível ao público. Agora, para simplificar as coisas, tudo se chama apenas Gemini.
O princípio permanece o mesmo: ao consultar https://gemini.google.com/, vamos esbarrar com o chatbot de inteligência artificial (IA) desenvolvida pelo Google para simular conversas humanas utilizando processamento de linguagem natural (PLN) e aprendizado de máquina.
Com capacidade de integrar-se a websites, plataformas de mensagens ou aplicativos, Gemini fornece respostas realistas em linguagem natural às perguntas dos usuários, além de complementar a Pesquisa Google.
Entre as inovações que estão redefinindo o campo, destaca-se o Google Gemini, uma ferramenta de IA que está mudando as regras do jogo.
Gabriel Camargo